Fazer do PSOL semente de um novo projeto para a esquerda de SP

Na unidade para derrotar o bolsonarismo e o tucanato, construir uma alternativa anticapitalista Esta tese, dirigida ao 7º Congresso Estadual do PSOL São Paulo, é assinada pelos coletivos Insurgência, Liberdade Socialismo e Revolução, Resistência, Subverta e militantes independentes. Os signatários impulsionaram o manifesto PSOL de Todas as Lutas, que expressou a unidade política dos setores queContinuar lendo “Fazer do PSOL semente de um novo projeto para a esquerda de SP”

A ofensiva neoliberal e autoritária no mundo

1. A economia global e o sistema internacional continuam sob impacto da crise econômico-financeira de 2007-2008, que abriu um longo período de mudanças no regime de acumulação neoliberal no Ocidente e Oriente. Para evitar uma recessão aberta e um novo crash – para o qual o sistema financeiro não tem mais recursos de salvamento –Continuar lendo “A ofensiva neoliberal e autoritária no mundo”

América Latina, nosso pedaço no mundo

12. Nossa região geopolítica, a América Latina e Caribe, é hoje um dos principais, senão o principal locus de embate entre essas tendências contraditórias do cenário global.  As economias latino-americanas não conseguiram se recuperar do fim do boom das commodities dos anos 2000 e dos reflexos da crise de 2007-2008. O crescimento previsto para 2019Continuar lendo “América Latina, nosso pedaço no mundo”

Brasil: a frente única e a construção de um novo projeto de esquerda

15. As jornadas de junho de 2013, as mais massivas mobilizações desde a campanha das diretas (1984), levantaram bandeiras progressistas de expansão de direitos e melhoria de serviços públicos. Expressaram, assim, o profundo desgaste de setores de massa (em particular mais jovens, nascidos e/ou crescidos sob governos do PT) com as políticas econômicas e sociaisContinuar lendo “Brasil: a frente única e a construção de um novo projeto de esquerda”

O esgotamento estratégico da política de conciliação de classes do PT

24. As administrações de Lula e Dilma (2003-2016) demonstraram que a direção do PT, no afã de manter a coalizão com setores do capital que a manteve no poder, e com ela a governabilidade, escolheu abdicar de reformas estruturais e da participação e conscientização política populares. Como ápice de sua estratégia de acúmulo de forçasContinuar lendo “O esgotamento estratégico da política de conciliação de classes do PT”

Um novo projeto de esquerda para o Brasil

29. Será com base nessas mudanças estruturais e políticas na classe que o PSOL poderá contribuir para a construção de um novo projeto de esquerda para o Brasil. Um projeto que reconheça a necessidade da unidade no enfrentamento à extrema-direita, que repudie o antipetismo (essencialmente de direita), ao mesmo tempo em que supere a conciliaçãoContinuar lendo “Um novo projeto de esquerda para o Brasil”

Desafios e tarefas do PSOL

33. É um desafio inadiável do partido compreender que vivemos tempos em que são imprescindíveis políticas unitárias setoriais, regionais e nacionais, para enfrentar Bolsonaro e a extrema-direita. É fundamental, ainda que a direção hegemonista do PT não o queira, chamar ao conjunto das forças de esquerda, incluído o petismo, à constituição de um grande movimentoContinuar lendo “Desafios e tarefas do PSOL”

Que o partido também se reinvente: por um PSOL unitário e democrático

37. Diante da conjuntura reacionária no país, das grandes mudanças impostas pela reestruturação neoliberal às várias camadas da classe trabalhadora e as novas e contundentes formas de resistências de setores tradicionais como mulheres, juventude, favelados, negras e negros, indígenas e quilombolas, é mais do que necessário que o PSOL encare sua insuficiência e seu “atraso”.Continuar lendo “Que o partido também se reinvente: por um PSOL unitário e democrático”